Marketing de Guerrilha![[bb]](http://boo-box.com/bbli)
. Certamente, você que é da área sabe o que é ou já ouviu dizer,
leu em bons blogs, ou
trabalha com ele. Mas quem não conhece, pode pensar que são anunciantes em trajes militares fazendo emboscadas nas ruas e capturando e arrastando seus clientes em ações furtivas. Pensando bem, por um lado é até verdade. As estratégias de guerrilha têm esse nome porque são desenvolvidas para pegar o consumidor de surpresa, para atraí-lo pelo inusitado.
Muitas delas viram destaque até mesmo em renomados programas de
TV![[bb]](http://boo-box.com/bbli)
, como o
balão do Google Maps viajando por São Paulo, que foi matéria do
Fantástico. Não há como negar que a criatividade aliada à coragem de inovar e de provocar polêmica é capaz de produzir excelentes trabalhos que, além de divulgar o produto (ou fazer só o feijão-com-arroz), ainda viram entretenimento. Para os anunciantes é retorno certo!
O bom é quando começamos a notar a mudança na percepção de eficácia deste tipo de campanha por parte dos anunciantes. Para promover o lançamento do filme
Meu Monstro de Estimação (
The Water Horse: Legend Of the Deep, EUA 2007) no Japão, a
Sony Pictures usou o
Aqualume (mesma
tecnologia utilizada pela Petrobras durante o Pan) para projetar sobre a baía de Tóquio uma criatura ao estilo do
Monstro do Lago Ness com 15 metros de altura.
O efeito não foi apenas belo. Também
gerou muitos comentários, matérias nas TVs locais e conseguiu levar muita gente ao cinema. Tudo bem que mesmo com todo este espetáculo visual, não é o tipo de filme a que me disponho a assistir, mas que iria parar para olhar a ação, tirar fotos e falar com todo mundo, isso é verdade! Sendo apenas um, poderia influenciar muitos possíveis espectadores; agora imagine o que milhões de pessoas vendo isso pessoalmente e pela TV podem fazer?
Este foi apenas um exemplo do poder que a
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interativa, espetacular e inusitada tem. Passada a fase da estranheza com a novidade, o que antes era considerada estratégia de comunicação para clientes com baixo orçamento e/ou visionários, hoje já se mostra uma técnica que merece atenção dos executivos, demanda altos investimentos, dá retorno, publicidade gratuita (com alguns jabás inclusos, é claro) e notoriedade até mesmo para quem não participou da ação, mas vendeu jornais e ganhou pontos de audiência veiculando o espetáculo.