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Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Copiado? Imagina!

As histórias de anúncios copiados, ou no jargão técnico "chupados", sempre rendem muita discussão sobre certo e errado, legislação, ética e egos inflados. O fato é que a informação se espalha com uma rapidez incrível e que boas idéias surgem a cada segundo. Invariavelmente haverão coincidências e em muitos casos, cópias mesmo.

Há quem diga que as cópias são uma ofensa aos originais enquanto outros dizem que são homenagens. E ainda há os que vivem de fazer cópias e gostam de ver quando elas são veiculadas por aí. Tanto que em 2007, a Xerox contratou a Y&R indiana para fazer um anúncio reunindo peças de diversos anunciantes que teriam se "inspirado" em outros.

Mas e quando a mesma empresa usa o mesmo conceito mudando apenas a agência apenas um ano depois?



Essa foi da Publicis suíça. Dizem que a cópia da cópia sempre fica ruim. É verdade?

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Segunda-feira, 23 de Junho de 2008

Mesmo com o pessimismo, fomos bem.

Tem gente dizendo que a publicidade brasileira está decadente e que só se produz pensando no prêmio. Até profissionais com muitos anos de mercado já foram pegos dizendo esse tipo de coisa. Mas muitas vezes, o que acontece é um embarreiramento da criatividade em favor de se lançar aquilo "que vende". Ou em um pensamento mais simplista, é apenas a inveja falando mais alto.

No Festival de Cannes que se encerrou nesse final de semana, ficou claro que a publicidade daqui está muito bem e que continua fazendo bonito lá fora. Está certo que ganhamos menos ouros do que no ano anterior (apenas um, contra seis do ano passado), mas tivemos mais pratas e bronzes e ainda emplacamos a AlmapBBDO como a segunda melhor agência do ano, atrás apenas da BBDO de Nova Iorque.

Foram 41 Leões ao todo. Ganhamos prêmios em quase todas as categorias e ficamos muito bem colocados no ranking de países. Ou seja, pessimismo é o cacete! Isso é coisa de quem é recalcado por não conseguir fazer nem um terço do que os publicitários brasileiros são capazes! E que venham os próximos prêmios!

Fiquem com a campanha da Companhia das Letras que ganhou o ouro em Press. Criação da AlmapBBDO.


Parabéns à publicidade do Brasil!

[update]Esqueci de mencionar: no post de sexta, eu encerrei com dois palpites brasileiros para premiados em Film, lembra? Não é que emplaquei os dois?! O filme Barba, para a Play TV ganhou prata e o Guerra, da Unimed levou bronze. Os dois são da F/Nazca S&S e eu começo a jogar búzios amanhã![/update]

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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

A luta do Google na Rússia

Que o mecanismo de buscas Google é uma grande potência e tem um departamento de marketing impressionante o mundo inteiro já sabe. Tanto é que muito raramente você vê uma propaganda[bb] deles por aí. Mas na Rússia as coisas estão bem diferentes e mais complicadas para esta empresa.

Das poucas propagandas do Google que você já viu, garanto que este vídeo do GMail estava incluído:

Em conjunto com este tipo de peça, também veiculam constantemente muitos outdoors por Moscou e outras grandes cidades. E estão lançando uma campanha que vai colocar mensagens espalhadas por bancos de praça, parques e até estações de metrô.

google-russia-park-bench

O projeto Moscow 2.0 traz cartazes com referências topográficas que estimulam o público a utilizar o Google Maps local e disponibilizar suas fotos[bb] no site.

O motivo do lançamento desta campanha que vai custar 250 mil dólares por mês não é sentimento nacionalista de Sergey Brin, russo e co-fundador do Google, e sim a concorrência com o Yandex, mecanismo de buscas muito mais popular na Rússia devido aos investimentos que fizeram em publicidade[bb]. O retorno do Yandex com as propagandas foi tão positivo que conseguiram incomodar o gigante e fazê-lo correr atrás do prejuízo.

*Com notícia do Quintura

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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

русская водка*

Esta não é nenhuma novidade, mas serve como mais uma da série voltada para aqueles que gostam de abusar de um gorozinho e ainda pensam em dirigir. Invocando a idéia de duvidar da "macheza" de quem bebe e depois vai dirigir assim como fez aquela campanha australiana, a Lowe Bull (África do Sul) veiculou nos banheiros de alguns bares este impresso para a vodca[bb] Bear.

Olhando de frente, parece que estamos vendo as incompreensíveis letras cirílicas de um cartaz típico da propaganda comunista[bb] do século passado. Mas quando vistas ao espelho, as letras revelam a mensagem (em tradução livre):
Homens de verdade não bebem antes de dirigir
Por ser uma peça que chama muita atenção e rodou o mundo todo, a mensagem, que não é nada diferente de tudo o que é veiculado por aí deu muito retorno e aumentou consideravelmente as vendas da bebida segundo a destilaria. E por incrível que pareça, o comitê para a segurança do trânsito da África do Sul também elogiou a campanha.

Dessa vez, a criatividade não só fez o que se esperava com as vendas[bb] do produto anunciado, como também conseguiu o aval até de quem até pensa em eliminar propagandas de bebidas.

*Vodca russa em russo

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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

A criatividade é uma beleza!

Em tempos de competição ferrenha no mercado[bb], um anúncio criativo é uma, senão a melhor das opções para quem quer ganhar espaço e vencer os concorrentes. Sem contar que anúncios criativos fortalecem a marca e se fixam na memória do consumidor[bb]. Muitas vezes, marcam também a memória de outros criativos por aí.

Esta peça feita em 2005 para a Kaiser pela Giovanni FCB e que foi shortlist em Cannes, fez muito sucesso pela irreverência. Você se lembra dessa gatinha?


E dois anos depois, a TBWA\Paris digamos, "reviveu" a idéia na campanha para a entidade Responsible Young Drivers (Jovens Motoristas Responsáveis).


Nas duas peças o conceito é o mesmo: Se o sujeito está achando as moças bonitas é porque bebeu demais e é melhor não dirigir. Antes que digam que é machismo, há versões com caras horrendos para as mesmas campanhas. Caso digam que é fazer piada com uma condição adversa de alguém, eu nem vou dar vazão porque o foco deste post é outro.

E aí? É cópia[bb] ou inspiração criativa?

*Imagens via Joelapompe

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Quarta-feira, 2 de Abril de 2008

Petrobras no Japão, né?!

Desde a abertura da exploração do petróleo brasileiro ao capital estrangeiro, a Petrobras não pára de crescer e hoje é uma transnacional que não deixa nada a dever a nenhuma outra grande empresa, além de ser a sexta maior petroleira do mundo, de acordo com o ranking do Financial Times.

Depois da aquisição da refinaria Nansei Sekiyu Kabushiki Kaisha (NSS) na ilha de Okinawa, a Petrobras recorreu aos serviços[bb] da F/Nazca, com o apoio da Saatchi & Saatchi japonesa, para seu primeiro trabalho internacional do ano: um anúncio de saudação ao povo japonês.


Os impressos[bb], muito simples e sóbrios, são muito cuidadosos no texto e têm o objetivo claro de formar a imagem[bb] de empresa social e ambientalmente responsável, além de exaltar o crescimento alcançado por ela nos últimos anos. As peças estão sendo veiculadas hoje nos maiores jornais do Japão em inglês e japonês. Um site também foi criado especialmente para o mercado nipônico: www.petrobras.com/japan

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Terça-feira, 11 de Março de 2008

O resultado do "Anúncio 2.0"!

Na semana passada, falei sobre a iniciativa da agência Lápis Raro, de Minas Gerais em usar a Internet e a colaboração dos internautas para produzir uma peça homenageando o Dia Internacional da Mulher, a ser veiculada no Jornal Propmark.

O anúncio ficou pronto e hoje a Juliana Sampaio, do blog da agência, divulgou o resultado e eu também o apresento a vocês:

É uma peça de execução simples, mas que representa perfeitamente a forma como foi concebido: através de um brainstorming virtual. O texto é bem típico de quem está discutindo o que será feito, mas tem certeza de que não quer nada que possa ofender ou diminuir as mulheres[bb]. Um anúncio sem sexo[bb] e sem sexismo.

A idéia foi muito boa e já rendeu frutos. O que foi intitulado de "Anúncio 2.0" por sua característica participativa está partindo para uma nova mídia e um filme nos mesmos moldes está sendo produzido. Pelo resultado do impresso, podemos ter boas expectativas para o vídeo.

UPDATE: O vídeo ficou pronto. Segue a mesma linha e o mesmo texto do impresso, com locução coletiva e imagens em close de homens e mulheres. Ficou muito bonito. Humano. Bem alinhado com a idéia de "dia internacional da pessoa".



Muito legal!

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

Na linha da Bic

Não são muitas as marcas que podem ser consideradas sinônimos do que produzem. Há exemplos de marcas que já foram sinônimos de alguma coisa e perderam esse status com o tempo. Mas não é o caso da Bic. No mercado nacional desde 1950 e parte integrante até do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA), a Bic está lançando uma campanha impressa para reafirmar sua tradição no mercado.

Para isso, recrutou algumas celebridades da produção cultural para escrever uma linha do tempo com suas criações utilizando a caneta. Os anúncios serão veiculados nas principais revistas[bb] do Brasil e a campanha retoma a assinatura já bastante conhecida:
É assim que se escreve
A criação é da W/Brasil[bb] e o dinheiro referente ao uso do nome dos artistas (Olivetto incluído) será destinado à compra de materiais escolares para crianças carentes.

Pessoalmente, eu gostei da execução. Foi direto ao ponto e ilustra muito bem a representatividade da marca. Para uma caneta que é considerada por alguns melhor que a Mont Blanc e por outros coisa de outro planeta, está mais do que adequado!

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Quero isso, isso e mais isso!

A campanha impressa lançada pela Uncle Gray para os cartões American Express na Noruega não somente é o retrato nu e cru da sociedade consumista em que vivemos como também reforça e desperta o desejo pelo consumo do crédito como forma de atender a outras necessidades de satisfação pessoal.


Comparando com qualquer outra campanha da AmEx, é muito minimalista. Só que pensando um pouco mais tecnicamente, dá até pra perceber que o impresso foi direcionado para os "filhinhos de papai" mundo afora. Como este é um cartão que requer do cliente uma renda mensal considerável, nada mais justo associar a campanha à imagem do mimadinho falando "quero isso isso e mais isso".

Tudo bem que eles levaram tudo a um ponto mais extremo, do cliente comprando a Europa toda e tal, mas engatilha nele a idéia de que com o crédito pode-se fazer tudo. E já que é isso mesmo que eles querem, esta campanha supera as expectativas.

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007

A propaganda imita a arte

Anúncios de natal normalmente são extremamente irritantes com aquelas musiquinhas de harpa e Papais-Noéis rebolantes. Mas a Lowe de Londres resolveu mudar um pouco essa cena e lançou um comercial bem interessante que acrescenta um pouco de arte ao clima natalino.

O filme foi produzido para uma grande loja de departamentos chamada John Lewis anunciar suas promoções de fim de ano, mas tem todo um toque emocional na coisa. A intenção foi criar um ambiente de magia e deslumbramento, mostrando pessoas empilhando coisas que quando sob a incidência de uma luz lateral, projetam uma forma na parede.



Muito bonito, bem produzido e tem uma música[bb] excelente, mas não dá para não reparar na semelhança com a arte Tim Noble e Sue Webster. Esses artistas criam projeções a partir de pilhas de lixo. Se você parar para pensar na mensagem dos artistas, verá a inspiração por trás do comercial: criar encantamento através de elementos, a princípio, desconexos. No impresso da campanha, a inspiração é ainda mais evidente.

A publicidade mais uma vez se inspira na arte para encantar os consumidores. É uma produção muito bem elaborada e que exigiu muito ensaio dos atores, já que o filme foi todo feito em uma só sequência. Infelizmente, assim como no comercial Play Doh, da Sony Bravia[bb], a Lowe não entrou em contato com os artistas e também não admite a inspiração, como diz Ed Morris, diretor de criação da agência:
Por incrível que pareça, não foi inspirada neles (Noble e Webster). Nós realmente vimos o trabalho deles, mas descobrimos que ele não é uma projeção real dos objetos. É a iluminação por cima de tudo que cria apenas uma ilusão. Podem até dizer 'mentira, eles copiaram sim', mas há muita diferença em tudo, mesmo que no geral o trabalho seja bem parecido.
Então tá!

*O vídeo e a declaração do criativo vieram do CR Blog

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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Voar é preciso. Navegar não é preciso.

Parafraseei horrendamente Fernando Pessoa no título deste post mas não consegui pensar em nada melhor para ilustrar este impresso que os italianos da 1861 United de Milão fizeram para o novo motor náutico da Yamaha, o F350.

Quando eu digo voar, é porque eu não consigo imaginar outra ação de um barco ao ser impulsionado por uma ignorância V8 de 5.3L empurrando 350 cavalos de potência. Talvez seja essa a fonte de inspiração dos criativos ao associar brilhantemente o desempenho do motor ao de um avião, mostrando um rastro branco na imensidão azul.



Olhando rápido, dá para confundir as coisas. Aí você lê o copy que diz:
F350. O motor de popa mais potente do mundo.
Olha o detalhe do continente lá no cantinho, dá aquele sorrisinho e pensa: "Droga! Queria ter feito isso!"

Só a simplicidade consegue me provocar estas reações! E em você?

*Essa veio do AotW

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Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Abaixo as propagandas!

Um canal de TV, sendo ele aberto ou não, na imensa maioria das vezes precisa ser rentabilizado por anúncios publicitários. Até mesmo canais educativos estatais e os privados precisam da renda da propaganda veiculada para custear a operação e manutenção dos equipamentos.

Para canais de conteúdo variado, ou em alguns segmentos como esportes e música, a inserção de anúncios é mais simples e pode ser feita entre os blocos dos programas. Já para os que exibem apenas filmes, as coisas se complicam um pouco. Ninguém quer pagar um canal a cabo para ter seu filme interrompido por propagandas. Mesmo assim, a maioria dos canais insere anúncios em banners durante a exibição e entre um filme e outro eles tiram o atraso, mostrando uma enxurrada de comerciais.

O canal sul-africano MNet nem isso faz e ainda lançou uma campanha contra a publicidade em filmes! Nos impressos, eles representaram cenas de filmes conhecidos onde aparecem produtos substituindo algum elemento da cena. A assinatura diz:
Filmes não foram feitos com anúncios neles. Então, nós nunca os mostraremos assim.
Não sei onde eles estiveram nos últimos 30 anos, pelo menos! Veja as peças:


O pior é que a Ogilvy da África do Sul também concorda com a campanha. Tanto que se inspirou nela para anunciar na mesma linha para o Canal+ local dizendo:
É melhor deixar os anúncios fora dos filmes.
Talvez a falta de receita de publicidade explique o trabalho tão ruim desses anúncios!

*Vi no Cherryflava

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Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

Um carro em crise existencial

O interessante de uma empresa de classe mundial como a Volkswagen, que anuncia no mundo todo, com várias agências diferentes e com linguagens adaptadas para cada público é que o estoque de coisas boas e bizarrices é virtualmente ilimitado.

Depois do anúncio bisonho do cara lambendo merda, eu já destaquei um anúncio de um carro ecológicamente correto e agora é a vez do bom humor estampado em um aníncio muito interessante feito pela agência com o nome mais longo que eu já escrevi aqui: Krieg, Schlupp, Bürge/Springer & Jacoby, da Suíça. Nesse impresso, eles usam um desenho como os de quadrinhos para destacar a convertibilidade da capota rígida do Eos.

O anúncio mostra o carro relatando: "Às vezes me sinto como se fosse um conversível" para Freud. Muito boa a idéia em um anúncio divertido que nem precisou mostrar o carro.

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

"Afinal, não somos animais..."

Isso é o que diz a Volkswagen em sua campanha para o Passat Bluemotion feita pela Agence V de Paris. A série Bluemotion é composta por carros com consumo e emissões muito reduzidos. Este carro faz cem quilômetros com apenas 5,1 litros de diesel (!), combustível permitido em veículos de passeio na Europa. Aliados ao consumo baixíssimo, há uma redução significativa nas emissões de poluentes.

Beleza! Muita eficiência, pouco consumo e preocupação com o meio ambiente e com o estado de saúde de um pobre coelhinho que foi atropelado. É um excelente posicionamento e uma grande estratégia mostrar ao público que se está engajado pela melhoria do ambiente em que vivemos. Tudo bem que a agência francesa não teve nenhum talento para fazer um anúncio bonito e que diga, à primeira vista a que veio, mas já é melhor que o braço estadunidense da VW que sugere aos consumidores incluir merda no cardápio.

Para aqueles que se importam com a natureza.
Vamos deixar as coisas claras: nenhum animal foi machucado durante a produção deste comercial. Não faria sentido machucar uma animal para promover o novo Passat Bluemotion, um carro ambientalmente responsável que faz apenas 5,1L por 100Km e 136g de CO2 por Km. Afinal, não somos animais...